(Mário Quintana)

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sábado, 5 de maio de 2007

Amor Virtual – Era uma vez na Internet

© Walmir Lima

Amor Virtual
Sentir a pele que nunca toquei.
Sorver os lábios que nunca beijei.
Harpejar cabelos que não dedilhei.
Decifrar o olhar que nunca fitei.
Sentir amor por quem nunca vi.
Sentir saudade de quem nunca veio.
Arder na falta de quem nunca esteve.
Sentir a dor de quem não feriu.
Vibrar pensamentos
De quem sempre entendeu
A ler tua alma
Sem dispor do livro.
Amar assim
É como acreditar em Deus:
Sei, sinto,
Não vi, não sei...

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12 Comentários:

Blogger Ernesto Dias Jr. disse...

Sei não. Esse negócio de amor na internet. Sei não.

5 de maio de 2007 22:42  
Blogger Aline disse...

O mundo deveria ser mais abençoado, tendo pessoas tão doces como vc reinando por aqui.Sou feliz, por ter o privilegio de ter vc tão perto de meus pais. vc é um ser maravilhoso. Mil beijokass em seu coração

6 de maio de 2007 19:37  
Blogger Walmir Lima disse...

Aline: O privilégio é todo meu em tê-los como tão querida e amada 'família'.
Quando ao Blog, estou apenas sendo coerente: O propósito maior do 'O Centauro' é o de divulgar a obra dos grandes artistas escritores, músicos, etc.
Teu pai nos enriquece com sua arte e valoriza, a mim e ao 'O Centauro', divulgar sua maravilhosa e consistente obra, e vida. Esta, sim, generosa, doce e abençoada.

6 de maio de 2007 20:03  
Blogger Aline disse...

Não disse que vc é doce. Todos ganhamos com você e meu pai.
Felizes de estamos tão próximos.
Beijokas maiores em teu coração

6 de maio de 2007 20:39  
Anonymous zuleica disse...

Estou feliz em conhecer seu blog que me enriquece. Os comentários fazem com que me sinta muito humilde. Parabéns.-Abraços-Zuleica.

7 de maio de 2007 10:37  
Blogger Walmir Lima disse...

Querida Zuleica: Como já disse antes, o Flávio é um felizardo em tê-la como tesouro maior e nós todos da blogosfera, honradíssimos com sua presença ativa, blogando e compartilhando, generosamente, sua maravilhosa arte.

8 de maio de 2007 11:24  
Anonymous Maria Helena disse...

Walmir,
Lindo o que escreve.Aos poucos vou interagindo-me à sua arte.
Escreva sempre. É muito bom vê-lo escrevendo.
Maria Helena.

29 de maio de 2007 15:18  
Blogger ANA disse...

Hermoso poema. Abrazo, ana.

8 de outubro de 2007 17:49  
Blogger Raquel Neves de Mello disse...

Esse foi o poema que me fez me juntar a aldeia. Belíssimo!

19 de março de 2008 16:25  
Blogger Walmir Lima disse...

Então, valeu cada nó na garganta, cada aperto no peito e cada lágrima vertida ao escrevê-lo.
Tua sensibilidade será sempre bem-vinda!

19 de março de 2008 16:50  
Blogger Raquel Neves de Mello disse...

Sensibilidade bem-vinda é aquela de quem conhece o caminho que transforma nó, aperto, lágrima, dor em poesia.

19 de março de 2008 22:50  
Blogger Anne M. Moor disse...

Sempre gostei muito deste teu poema. Diz tanto...

Beijão

16 de fevereiro de 2013 12:50  


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12 Comentários:

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