(Mário Quintana)

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Pra Saudar 2008!

© Walmir Lima
O Orgasmo do Champagne...
Vem saudar 2008!


FLÁVIO ERNESTO LÚ IZ
ANNE NO
NORTEGA VITTORIO O
CAROL O MARIA
MÁRCIA UDI ITI BELL O
ANGELA MARIANA ORAQUEL
ERICA
MARIA HELENA UITAPADINHAS ANA
PIERO ALINE ZULEICA !


FLÁVIA ELICLARISSE ESTEPHANIA S
FIESHE TAMANDA SUZANA !


GUILHERME RIOGI EANGELA LIMA TINA 2008
WITHECTOR PAFFARO EACE ANDoRA JAQUELINE OY!


JORGE OIESTRELINHA UX NOELUISA
BRUNO ON ANTONIO NÉEXCENTRIC
ET
JULIANA OIEUX FÊTHIAGO E!


BIANCA UONISOLANGE SIMARIA LOPES E FESAULO TE!


GEORGINHO UTTATIANE EN NEUEN ADRIANO NNEN!


FELUCAS IZ NAVIDANILO ADANIEL
Y UN
ADELAIDE ÑO NUEVALDIR E JÔ O
MIRINHO EJOICI E MARCELO ORAFFAELLA
CLÉLIA ON
MARCELO LIMA UCHA
PILAR AZ
Y
MADÚ UCHENRY JOHN O
AMOR!

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sábado, 22 de dezembro de 2007

Bloguenígenas que são "posts" do Criador!

© Walmir Lima
No Natal, somos todos crianças


Eu pretendia escrever um post de Natal, agradecendo a Deus pela vida e pelos amigos, novos e antigos, que me deu, pela felicidade de tê-los em mim e aos amigos por serem.

Porém, ao ler um e-mail que recebi hoje da querida Angela Ometto, dentre os vários lindos e-mails que recebi dos amigos na última semana, foi como se eu tivesse recebido uma flechada, que, certeira como a flecha de Robin Hood, me acertou, em cheio, a bolsa de lágrimas.

Esse e-mail é uma homenagem, não só a mim, mas a todos nós, Bloguenígenas. E, por isso resolvi publicar... e por isso resolvi compartilhar... por sua beleza... por sua sensibilidade... e pelo amor que carrega dentro de si.

Ela começa assim:

Bloguenígenas que são "posts" do Criador!

Soneto de Natal

(Machado de Assis)

Um homem, — era aquela noite amiga,
Noite cristã, berço no Nazareno, —
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,

Quis transportar ao verso doce e ameno
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno.

Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca,
A pena não acode ao gesto seu.

E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
"Mudaria o Natal ou mudei eu?"

- Presentes pra alma:
♥ de JORGE:
"E o riso sonoro
Que sai de sua boca?
- Menina, tu é louca!
Tu corres perigo!
Não provoques tanto
Libere o encanto
De forma maneira.
Passeia... passeia ..."

♥ de WALMIR:
"A Lua Azul me falou:
Volto logo, mês de Maio,
Só vou olhar de soslaio
Cada beijo molhado
Cada corpo tocado
Sob a luz dessa noite."

♥ de ERNESTO:
"As vezes guio esse teu buscador
Às loucas páginas do meu teatro
As vezes velo meu contido amor
Me torno um erro quatro zero quatro"

♥ de JULIANA:
"Dispenso o meu tear de luzes e apanho a marreta pesada do comprometimento inconsciente."

♥ de ÉRICA:
"Sensação de estar na toca, não por imposição, mas por opção, silenciosa, revendo coisas, repensando coisas... ficando comigo, apenas... Bão. "

♥ de ANNE:
"Cheiros... de paz, de nostalgia, de prazer...
Friozinho na boca do estômagoao ver a vida nas ondas do mar..."

♥ de UDI:
"Inspiração vem de fora ou vem de dentro?
encontro do que está fora com o que está dentro"

♥ de TI:
"O mais importante é acreditar que nada é para sempre, e que a cada instante podemos renovar o que pensamos, reforçando aquilo que acreditamos ou acreditando naquilo que jamais aceitamos..."

♥ de LÚCIA:
"Pés no chão, cabeça nas estrelas?
Discurso bonito,
Fácil dizer
Difícil fazer...."

♥ de FLÁVIO:
"No meu caso, se tanto for
A poesia vai pela artéria
Mas na veia corre o humor."

♥ de MARIA ALCÃNTARA:
"Convenci-me que só sei sonhar.
Embalo o corpo neste balançoe entrego meus lábios para o doce.
Sinto fluir a seiva que não morreu em mim."

♥ de ZULEICA:
"Mas qual beleza mais pura
Quero guardar na memória?
Embora eu ame rosas vermelhas,
Tenho saudade dos girassóis!
Ah, não preciso escolher!
Sejam bem-vindas lembranças!
Minha alma é uma rosa vermelha
Apaixonada por girassóis!"

FELIZ NATAL!

E um abraço demorado...

Angela

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Meu Cantinho, Meu Refúgio

© Walmir Lima
Meu Cantinho, Meu Refúgio

Nada como meu cantinho...
Um lugar pra eu ficar,
Um lugar para sonhar,
Um lugar pra divagar,
Um lugar pra ser eu mesmo.






No cavalete, óleo pintado por mim aos 8 anos de idade










Meus quadros, meus amores




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sábado, 8 de dezembro de 2007

O Futuro é Hoje, ou Nunca!

© Walmir Lima
Walmir Lima
Fairfield, Connecticut - USA, 1994

Ontem foi mais um daqueles dias em que você se sente feliz pela eternidade, durante a eternidade que um bom momento encerra.

Um delicioso conversar, bate-papo, cervejinha com amigos sinceros... Amigos.

Foi o que aconteceu ontem, de improviso, comigo, a Lú e o Ernesto.

Papo gostoso em que se falou de "a" a "z", dos Blogs, da turma, da vida, de filosofia de Luc Ferry e seu maravilhoso livro "Aprender a Viver" que a Lú e eu, coincidentemente, estamos lendo, e sobre o qual vou postar brevemente.

Como não poderia deixar de ser, falamos também de cinema. Falei do último filme que assisti, o "Os Maiorais", estrelado pelo Jeff Bridges, que recomendo como uma deliciosa e leve distração, como devem ser as boas comédias. Aliás, contei a eles o filme inteiro, pela delícia de ver suas expressões alegres acompanhando minha narrativa. Estavam gostando...

Fui pra casa e não dormi de tanto café que tomamos para esticar, e esticar o papo. Não tinhamos vontade de ir embora.

E, assim, pra variar, fiquei, madrugada a fora, pensado na vida e no que dissemos, sobre o passado e sobre o futuro... sobre a vida, sobre temas como 'ego estruturado', etc. e etc., como bons e adoráveis filósofos de botequim... Genial!... Geniais!

Lembrei das lembranças que o amigo Théo vive e já me inspirando, como a última sobre uma frase de Fernando Pessoa, em que diz:

"O tempo que eu hei sonhado
Quantos anos foi de vida!
Ah, quanto do meu passado
Foi só a vida mentida
De um futuro imaginado"

E, folheando meus álbuns de fotos, encontrei a da ilustração, de uma época em que eu era feliz, era diferente, do período em que era tão relaxado, tranquilo, despreocupado, que até ousei deixar crescer, pela única vez, o bigode e o cavalhaque.

De absurdo, só mesmo o bigode e o cavalhaque. Eu estava bem, me sentia amado e pensava no futuro como algo promissor, feliz.

Mas, mesmo aos trancos
Mesmo aos prantos,
Aos barrancos.
Mesmo com todos os "brancos'
nos Bancos...
Hay que seguir viviendo...
Sí, seré feliz, aún!
(Walmir Lima)

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