(Mário Quintana)

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sábado, 19 de abril de 2008

Já Fui Um Cabeludo

© Walmir Lima
Walmir, anos 70

Já fui um Cabeludo.

Era assim que nós, os roqueiros, eramos chamados no final dos anos 60 - início dos anos 70: 'Os Cabeludos'.

E o look era esse aí mesmo, fora a calça 'boca de sino', com cintura Saint-Tropez, quase caindo.

Neste Sábado, meu filho Thiago 'desencavou' essa foto que dá uma idéia de como eu era na época.

Demos muita risada - eu, inclusive.

Elvis? John Lennon? ...Certamente viraram na cova!

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Intento

© Walmir Lima


“Não sei se a vida é curta
Ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
Se não tocarmos o coração das pessoas.”
Cora Coralina




(Imagem: Colaboração de Adelaide F. Silva, minha prima Dedê)

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segunda-feira, 14 de abril de 2008

Encalhado!

© Walmir Lima
Encalhado!

O pessoal anda me perguntando por que eu ando sumido, sem dormir direito, sem postar, etc.

Expliquei que trabalho com afretamento de navios (Chartering), que é a contratação de navios para o transporte de aço, grãos, fertilizantes, carvão e minério, e que, além das negociações e dos contratos, cuido de toda a logística envolvida no acompanhamento das viagens, de ponta a ponta.

Esse tipo de atividade, que, em condições normais já me deixa ligado sete dias na semana, 24 horas por dia, lidando com vários países e seu fuso horário, às vezes, dependendo de alguns “pequenos” contratempos e da quantidade de empresas envolvidas em decorrência deles, me exige passar até mais de 72 horas trabalhando direto, sem dormir – não importa se é fim-de-semana ou feriado.

Para ilustrar, mostro abaixo exemplos de algumas “coisinhas” que já me tiraram o sono...

"E durma-se com um barulho desses!"


























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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Vazio

© Walmir Lima



















............................Vazio

........A vida às vezes cansa a gente
..............Aperta no peito diferente
.......Não repousa na terra a semente
...Nem respira como planta crescente
..............Resseca ressaca ressente
.....Não brilha o cristal raro pendente
.........Ofusca e a vida é tão somente
...Muitas vezes porção do ser ausente
.........E ficamos sozinhos novamente
Desejando querendo um beijo ardente
.....A carícia o afago o abraço quente
....O alfinete um suspiro e de repente
.Um banquete de tarefas vem à mente
.........E tudo nos volta simplesmente
.........À rotina realidade do presente



(Imagem: Parque da Cidade - Tatiana Rosa / Walmir Lima)

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